Vídeo realizado em 2008.
Formato Mini-DV, cor, 2′,53”.
Sinopse Vídeo com imagens de reflexos do próprio videasta em seu a apartamento,da sacada se observa algumas luzes de neon da rua augusta (São Paulo). Nas imagens a sensação de solidão é expressa pela figura de fundo, o reflexo, enquanto as letras e formas em neon se misturam de modo não-linear e acompanham a música, assim transmitem simultaneidade de sensações visuais junto ao vazio da cidade a noite, a única palavra formada pela seqüência das letras é “augusta”.A trilha é composta por uma bela música: “Estou bem longe” do artista BID, do CD: Bambas & Biritas Volume I, a batida da música é eletrônica, mas também há uma certa angústia expressa na mixagem com violinos.
Vídeo realizado em grupo, em 2007.
Formato Mini-DV, cor, 2′,45”.
Sinopse Criação coletiva do grupo Dform, cujos integrantes além de mim eram Ananda Carvalho e Cláudio Bueno.
Experimentação sobre uma tela de televisão que exibe cinema. Um vídeo que procura ver a tela de cinema de ângulos não convencionais. A trilha sonora é de Teru, artista filiado ao creative commons, e trata-se de um violino combinado com um som dissonante.
Vídeo realizado em 2005.
Formato Mini-DV, cor, 1’33”.
Sinopse O próprio Pablo grava imagens de sua janela em Franca-SP e esboça histórias incompletas, apenas rascunhos de imagens e sons. Sentimentos como: tensão, solidão e o equilíbrio sugerido pela imagem de uma árvore solitária. Esse é um vídeo subjetivo…
Realizado em 2005 com a ajuda da colega Ananda Carvalho é um exercício de aula de edição em minha especialização que fiz no Senac-SP.
Vídeo realizado em 2001, apresentado junto ao trabalho de conclusão de graduação.
Formato S-VHS, cor, 7’53”.
Sinopse Protagonista toma banho de sol em uma avenida, está perturbado, pois se identifica com obscuros objetos de prazer, neurose e desejo, mas acaba tomando a decisão de não se matar e se desprender de sua “auto-imagem -exterior”.
Vídeo realizado em 2000, é um dos meus primeiros vídeos.
Formato VHS, cor,3 47, 2000.
Sinopse Rapaz vê televisão em uma cadeira de praia até que resolve desligar o aparelho. Bocas, olhos e ouvidos de diversas pessoas sugerem os sentidos humanos, é uma reflexão sobre a atrofia de nossos sentidos e uma crítica aos nossos excessos de horas em frente à televisão.